Fala pessoal, tranquilo? Aqui quem fala
é o Caliel, dona aqui do canal SB
segurança na prática. Galera, hoje vamos
aprender sobre uma ferramenta super
interessante aqui que eu estou
desenvolvendo, beleza? Hoje vai ser mais
uma aula prática e uma aula teórica
também, beleza?
Então, galera, hoje basicamente
primeiro, né, vamos ver aqui a teoria.
Então, eu desenvolvi nesse slide aqui,
pessoal, para que vocês possam
acompanhar aqui a minha linha de
raciocínio, como é que foi, né, para eu
construir tal ferramenta, beleza? Pois
galera, a ferramenta que eu construí,
ela se chama meta autor recon, que
basicamente eu tô tentando automatizar
esse processo do meteo né, de fazer a
busca ali de vulnerabilidades e fazer o
pós-ploração, que basicamente a
ferramenta contém as seguintes
funcionalidades, né, que é o rocover,
né, que é a descoberta de host naquela
rede, beleza? o port scanning ali com o
NMAP, você vê ela cup, o risco score,
né? Quais são os riscos ali que aquela
vulnerabilidade ela detém ali para o
usuário, beleza? Temos aqui também as
importações, né, do MSF con Console.
Beleza, galera? Aqui tem um pequeno
comandozinho como é que vocês podem
rodar a ferramenta. A ferramenta ela é
feita em best pessoal. Então, bora, bora
aqui pro seguinte slide. Beleza?
Pois aqui, pessoal, basicamente eu trago
o problema, né, que eu encontro e que
muitos de vocês também encontram, né, as
pessoas que trabalham nessa área da
cybersegurança, que consiste no problema
da metodologia de você aí, ou seja,
de você basicamente fazer o scan um por
um, né, ferramenta por ferramenta, né,
para você poder descobrir aquela
vulnerabilidade. Beleza? O
reconhecimento manual, galera, ele é
muito lento e muito repetitivo, né?
Então, quando algo é muito lento e muito
repetitivo, a gente, né, a gente que é
deve e que trabalha com cybersegurança,
beleza? Porque tem conhecimentos ali em
programação e cegurança, a gente
basicamente faz a automação desses
processos, né, que são repetitivos.
Beleza? Por exemplo, processo de
descobrir host, né? Você tem que ali no
Nmapar SN, né, para ver se achando
versionamento, onde registar o IP e o
range para escaneamento de porta já é
outro comando, detectar a versão já é
outro comando. Então, basicamente essa
ferramenta aqui, pessoal, ela faz a
automação de todo esse processo de
descoberta, beleza? tanto processo de
descoberta de host, ele vai escanear ali
o host, ele vai detectar a versão, ele
vai importar o PSF con Console para
poder buscar as vulnerabilidades ali
possíveis, né, de acordo com aquele
rosto que a gente tá fazendo o esquema.
Beleza? Ele vai procurar o CVE também.
Ou seja, pessoal, antes, né,
a gente basicamente fazia,
por exemplo, era mais de 45 minutos, né,
de comando ali manual, entendeu? Ou
seja, você digitando ali sem uma
automação, pô, podendo automatizar esse
processo, né? E basicamente até a gente
pode tomar até o risco de esquecer as
etapas, né? Esquecer ali as
metodologias, né?
Da da invasão, né? Pra gente poder
consolidar aquilo. Beleza? Mas galera,
mais um meio aqui do vídeo deixando o
disclaimer, beleza? Pois tais
ferramentas, galera, que eu apresento
aqui no canal, todo o conhecimento, todo
o repertório que eu venho trazendo aqui,
pois é um conhecimento extremamente
educacional e ético, beleza? Então não
usem tais ferramentas, né, que eu
apresento aqui para o mal, beleza? Pois
como eu sempre falo, já se tem muitas
pessoas para o lado do mal, né, e poucas
pessoas querendo realmente seros, querer
reportar falhas para a empresa, claro,
né, de forma, de forma autorizada.
Beleza, pessoal?
E agora pessoal, basicamente com essa
ferramenta, eu lhes trago aqui a
solução, né, que é basicamente o metacom
que ele faz ali a utilização das
ferramentas do metas
junto com todo esse reconhecimento do
alvo que a gente pode fazer de forma
automatizada. Beleza? Então aqui temos
aqui seis características, né, que é o
que é a automatização, o risco score que
ele traz pra gente o CVL Cup, que
basicamente ele faz ali a identificação
de versões vulneráveis, né, conhecidas,
né, já dentro do mercado, beleza? com a
comunidade ali. Temos também a
importação do MSF Console, né, que ele
importa tudo direto pro workspace do
Metaspit, entendeu?
Algo que é bastante interessante também.
Beleza, pessoal?
Então, pessoal, é isso, entendeu? É
basicamente uma ferramenta best, né, que
faz tudo em um único comando, né? Você
só vai selecionando ali
de acordo com o contexto que você
esteja, beleza? E aqui, pessoal, eu
trouxe trouxe para vocês alguns
comandos, né, que vocês possam utilizar
de maneira prática, né, como a
ferramenta ela é feita em BH, então
sempre tem esse SH no final, né, aí t
que ele faz aqui a o temos aqui o range,
né, o IP e o resultado completo em
minutos, beleza? Que a gente pode obter
com essa ferramenta.
E agora lá, galera, iria eles trazer
aqui sobre as funcionalidades que essa
ferramenta ela existe. Beleza? Como
vocês podem ver aqui, pessoal, a
ferramenta em si, ela tem mais de9
linhas, né? Já tem um tempo já que eu
venho desenvolvendo a ferramenta,
entendeu? E eu postei ela no GitHub,
galera. Vocês podem ver aqui, aqui
embaixo
na descrição do vídeo. Eu vou deixar
aqui na descrição do vídeo, beleza?
[roncando]
Pois temos aqui o host discover, né? Ele
faz a descoberta ali de hosts. Beleza,
galera? Ele detecta ali, né, quais são
os dispositivos que estão ativos dentro
daquela rede, né, como ele faz o uso do
NMAP, né, então ele usa basicamente o
protocolo Pink Swap, né, que é o junto
com o protocolo LMP, beleza? Para ele
fazer essa descoberta de host. Temos
aqui também, galera, o port scan, né?
Pois ele vai fazer um scan ali em portas
que estejam rodando dentro daquele
sistema. Caso seja uma aplicação web,
ele vai trazer ali a porta 80 e a porta
443. O caso esteja rodando no servidor,
vai trazer, digamos que a porta telnet,
né? Um FTP que é uma porta 21, SSH, que
é o 22. Beleza? E galera, tudo aqui no
protocolo TCP e o DP, né? Que são ali,
acho que tá na segunda camada e terceira
camada do modelo os. Beleza? Temos aqui
também, galera, o serviço service
detection, né, que consiste na
identificação de serviços que estejam
rodando naquelas determinadas portas,
beleza?
Porque onde se tem porta, onde se tem
portas, pessoal, tem ali as suas versões
dentro daquelas portas, beleza? Como por
exemplo,
o serviço que a gente encontra muito
quando a gente vai fazer o pen test, né,
até em aplicação web mesmo ou às vezes
em penest, né, editoria de roteadores
ali que esteja rodando uma rede Wi-Fi,
que são a porta 80, a porta 443 e a
porta 22, né, que dá acesso ali ao
servidor. Beleza?
>> [roncando]
>> Aqui são os comandos, ó, que basicamente
ele estaria fazendo, né, para obter aí
as versões exatas, né, daquelas portas,
seria o SV, né, para ver o versionamento
e o SI men SC maiúsculo também. Beleza?
E aqui, pessoal, temos também o NSA
script, que ele vai basicamente rodar
ali script, [limpando a garganta] né, de
modo safe, rodar script para ele
descobrir caso esteja rodando protocolo
SMB, que é um protocolo que roda na
porta 445, né? Protocolo HTTP que roda
na porta 80. Beleza? Ele vai fazer para
ele vai fazer todo um script, né, para
ver se realmente roda esse protocolo.
Protocolo SSH que eu falei para vocês
que roda ali na porta 22, beleza?
O FTP, né, galera, que roda na porta 21
ali, que é um file transfer protocol,
que basicamente consiste num servidor de
transferência de arquivo, né? Temos
também aqui o SSL, beleza? Que é o tipo
de criptografia que roda em aplicação
web para que o o cliente e o servidor
ele não sejam passados em texto claro,
né? sejam criptografados.
Outra funcionalidade também, galera, de
extremamente interessante que é o
DB_line NMAP, né, que ele guarda ali os
scripts direto no workspace, né, ou
seja, tanto hosts, né, e serviços, eles
ficam salvos ali no workspace, beleza?
E aqui, galera, temos o relatório
automático, né, que ele export.txt,
todos os dados coletados daquele host
serviço, beleza? De toda nossa
auditoria. Algo que é extremamente
interessante, né, caso a gente queira
demonstrar, digamos que por suporte de
TI ou suporte de segurança, né, da
empresa, claro, né, galera, utilizando a
ferramenta de forma que a gente seja
autorizado, né, ali pelo CEO, beleza?
Para fazer a utilização.
E agora, pessoal, algo extremamente
mágico que eu decidi implementar também
na ferramenta, que é a questão do
pipeline, né, que seria nas seis fases,
né, que são elas são executadas em
sequência, beleza? Com o único comando,
pessoal. Então é algo bem sequencial,
algo bem lógico, né, que consiste
basicamente na metodologia de um penest,
né, que consiste aí na descoberta de
host que é feito com NMAP, no port scan,
né, procurando ali portas, possíveis
portas abertas, né, que possam ser
vetores de entrada ali, vendo o serviço
ou detecção de serviço, né, vendo o
versionamento ali daquele serviço
também, vê se tá rodando ali um uma um
SSH, vê se tá rodando um FTP, beleza?
E trazendo também, galera, o NSA script,
né? Basicamente ele vai trazer alguns,
vai testar ali alguns scripts para ver
se existem protocolos mais profundos,
né, ali naquele alvo. Temos também a
importação do DB, né, do MSF console.
E também, galera, eu trago aqui o risco
score, né? Ou seja, quais são os riscos
que aquela vulnerabilidade ela pode
trazer, qual o impacto, né, que o
usuário ou que a pessoa esteja ali
ocorrendo, caso aquela vulnerabilidade
ela esteja presente. Beleza, pessoal? E
aqui como resultado, né, ele traz o
relatório bem completo, né, com hosts
ali. Que que seria hosts, galera?
Basicamente o IP, o domínio, o alvo, né,
que a gente vai fazer a auditoria ali,
certo? Temos aqui portas também. Ele vai
trazer as portas ali, porta 80, 443, 21,
22. Temos aqui também o CVE, né, que ele
faz identificação e os módulos, né, do
MSF Consoles sugeridos, entendeu, para
realizar uma pós-exploração, né, depois
de ter encontrado aqui a
vulnerabilidade. Show.
E agora, galera, vamos falar mais sobre
a parte do risk score, né, e do CVA Cup,
que basicamente consiste ali numa
avaliação automática de risco, né,
baseada nas portas versões que a gente
encontrou o NMAP com essa ferramenta,
certo, pessoal? Temos aqui o risco score
de baixo, né, entendeu? Que é o 0,24,
quando aquela vulnerabilidade, aquele
risco ele existe, mas ele não chega a
impactar tanto o usuário quando chega o
risco médio também, o alto e o crítico,
né? E aqui, pessoal, na maioria das
vezes, as falhas, né, que são
encontradas, né, possam estar dentro
desse dentro dessas quatro
características que eu mencionei, mas
quando ela tá em crítico é realmente
algo com que a gente deva se preocupar,
né? Porque, por exemplo, no VSFTP,
na versão 2.3.4, né, que são muitos
servidores que ainda rodam nessa versão,
dá para instalar no backdoor de forma
tranquila. Ali tem até um comando, né,
MSF con Console. Beleza? Aqui também o
apá que tá rodando a versão 2.4.49,
tem realmente como fazer o PEF
transversal, né, que é um tipo de
vulnerabilidade que ocorre, que você
basicamente vai colocar um arquivo
malicioso ali no PEF, né, e o Open CSH,
que é um serviço
de conexão remota, né, na versão 7.7,
tem até um CVL de 2018 também, ou seja,
basicamente ele vai poder enumerar, né,
os usuários daquele servidor, beleza?
que tem aquele servidor. Temos aqui o
samba, né? Uma vulnerabilidade que
ocorre muito aí no sistema Windows,
beleza? Porque samba, pessoal, é um
protocolo do Windows, né, que consiste
aí no compartilhamento de arquivos entre
redes, beleza? Aqui executando o RCE,
né, que é um remote code execution.
Temos aqui o SMB também, MS17 010, uma
falha crítica
que em vários serviços, né, que possam
rodar aqui o sistema operacional,
Windows tem essa falha, beleza?
Basicamente em sistemas mais antigos,
como presente Windows 7 version, acho
que é o professional, né, serve spec, se
eu não me engano. Temos aqui a falha do
Eterna Blue, né, dentro do Windows,
beleza?
Desatualizaram. Temos aqui o RDP também.
que ele volta na porta 3389, se eu não
me engano. Aqui consiste no Blue Keep,
né? Aqui temos o CVE também de 2019
0708.
Show.
E agora, pessoal, temos aqui os módulos
do MSF Console sugeridos, né, de acordo
com as portas, de acordo com os serviços
que ele vai achando ali. Por exemplo,
aqui, ó, caso eu tenha achado a porta
445, né, ele vai recomendar esse
seguinte, esse seguinte comando aqui,
né, DMSF Console, né, que é o auxiliar
escaner, né, o SMB, que é o protocolo
SMB version, né, que ele vai encontrar
ali a versão do SMB com a porta 22, né,
é a mesma coisa, ele vai usar o auxiliar
um scanner com SH barra, ele ver ali a
versão do SSH ali com a porta 80, né,
ele vai ver a versão da mesma forma com
a porta 313 89, como eu falei pr vocês,
ó, rodando o rdp aqui, aqui, ó, que é o
Remote Desktop Protocol, que é um
protocolo do Windows que permite que eu
possa eh fazer ali a a conexão remota,
né, dentre o outro computador e a porta
3306,
que basicamente consiste ali no serviço,
né, que chega em muitas das vezes a
estar rodando ali. Beleza, pessoal? E
aqui, galera, eu trago basicamente a
banas módulos, né, do scanner ali, que
são sugeridos, né, de acordo ali com a
validação manual, sem execução
automática desses exploits. Show.
E agora, galera, temos aqui, né, como é
que vocês podem utilizar essa
ferramenta, pois a instalação, galera,
acontece em três passos. Bem
bem bem, mas bem tranquilo mesmo. Por
exemplo, ó, eu tenho essa ferramenta
aqui,
eu tenho ela aqui já no meu Windows,
beleza? Aqui, ó, metploit. E tem aqui o
Redmi. Beleza, da ferramenta. Mas vocês
podem vir aqui no GitHub, ó,
só o GitHub aqui.
Podem ver aqui, ó. OK. Essa ferramenta
aqui, galera, o Cyberg eu já postei aqui
no canal.
Deixa eu ver ela aqui se eu encontro
aqui, ó. Beleza. Meta Recon.
Pois, galera, aqui, ó, basicamente se
essas ferramentas para vocês possam
instalar a ferramenta, né, de uma
maneira prática. Vocês vão vir aqui em
code, ó, nesse meu repositório aqui que
tá público, beleza? Vão vir aqui, ó,
vocês vão vocês vão vir aqui no Cali,
beleza?
Cali Linux. Aqui eu tenho ele como WSL,
né? faz. Vocês podem rodar ela tanto no
Windows quanto no Linux. Ó, tem como
baixar aqui, ó, em zip. Beleza?
Aqui tá nosso C Linux. Beleza. Colocamos
um Sou
Cali. Beleza. Que é assim, né, quadro?
Estamos um clear aqui. Vamos digitar o
comando git clone. Beleza? E o e o
repositório.
E aqui, pessoal, ele já fez a clonagem,
né? Digitamos um ls. Bora ver onde é que
ele salvou. Aqui, ó. Meta auto recon.
Você vou dar um CD para entrar dentro da
pasta
l aqui, ó. Temos o Redm da ferramenta e
temos o metsplot. SH. Caso vocês queiram
alterar, galera, a ferramenta, né, ao
molde de vocês, beleza? Vocês vão vir
aqui no nando
metasploit.
SH. Então aqui, ó, vocês podem
basicamente modelar aqui, tá?
Basicamente o diretório, né, que ele faz
a criação para terar a ferramenta como
vocês puderem. Beleza? para ler o para
ler o Redmi também, só dar um down
redmi. MD
ele faz aqui a leitura, beleza? Do Redmi
também. Show, galera. Agora bora mais
pra parte prática, né? Bora aqui
utilizar a ferramenta. Basicamente
digitamos um bash, né? Como a ferramenta
ela é feita em BH, colocamos o BH
metaxloit.
SH. Beleza. E aqui, galera, o banner da
ferramenta, né, que ele traz o status,
né? Aqui o DB ele não foi inicializado,
beleza? Mas tem como inicializar,
mas não será para esse vídeo, será para
um próximo vídeo, beleza? Senão o vídeo
aqui vai ficar muito longo. Certo,
pessoal? Aqui temos riscore, né? Que
quais são os hosts, né? Que ele achou
aqui, ó, o workspace que a gente tá
trabalhando. E aqui ele basicamente é
como se fosse um pront, né? O um IA que
ele vai fazer a criação aqui.
Pessoal, a primeira coisa que devem
fazer
configurar o nosso ambiente alvo.
Beleza?
Estamos um coloca aqui, pessoal, outro
disclaimer, né? Essa ferramenta ela é
basicamente para uso, né, em redes,
sistemas próprios, beleza? Em ambientes
com aturação formal e documentada e
também laboratório, né, que um hack the
box aí, um try hackming, algum CTF, né,
que vocês estejam desenvolvendo, beleza?
Aqui colocamos em sim, caso vocês tenham
autorização, beleza? E aqui, pessoal, ó,
ele basicamente ele trouxe um host name
como exemplo, né, que ele trouxe aqui,
por exemplo, o 1.0.1, entendeu? Eu vou
colocar aqui um um imperfecto, né, para
ele fazer o teste. Beleza? A gente pode
colocar aqui um domínio também. Beleza?
Pode ser o Facebook, né? Bora colocar
aqui, ó, Facebook que pode ser um roxo
nem. Beleza.
Aqui, ó, a gente pode colocar o meu IP,
né? Bora colocar aqui como exemplo, ó.
Esse aqui é um fictício, né?
Beleza.
Opa,
bora colocar um fiction,
colocar esse aqui, esse 172.
E aqui, pessoal, o basicamente vamos
decidir o workspace, né, que ele vai
trabalhar. Estamos o enter e aqui, ó,
ele já decidiu. Aqui ele fala que ele
decidiu o host, né, o L host, né, da
máquina [roncando]
workspace, que é basicamente onde ele
vai guardar todos os scans, beleza? Aqui
ele guarda o XML também, beleza?
Clicamos para continuar. E agora,
galera, como já temos nosso ambiente
configurado aqui, o DB ele já tá online,
beleza? o nosso Lost, né, que vai ser o
nosso,
vai ser basicamente onde é que nós vamos
receber essas informações. Beleza,
galera? E aqui, pessoal, podemos
colocar, por exemplo, reconhecimento
completo, né? Digitamos dois e aqui, ó,
pipeline completo, né, de
reconhecimento, né, podemos fazer a
descoberta de host port scanning, né, o
serviço e detecção, né, daquelas portas
que seja rodando. NSScript default,
beleza? A gente pode colocar aqui o host
discover, né, para ele descobrir os
dispositivos, beleza?
aqui, ó. Automaticamente, galera, ele
vai, ó, ele vai iniciar aqui, ó. Já
iniciou aqui o Unimap, ó, na porta 80 e
a porta 443
tá sendo iniciada aqui. Beleza? Aqui ele
vai fazer a detecção de versões, ó. Ó,
ele tá aqui na etapa dois, aqui agora tá
na etapa três. Beleza? Então,
basicamente, pessoal, vocês vão deixar
aí a ferramenta rodar, certo? Enquanto
isso, enquanto ele vai rodando aqui, eu
vou falando aqui para vocês sobre as
seguintes funcionalidades, né, que
existem. Beleza, galera? Temos aqui
também, ó, ele pode analisar os
resultados, né, e fazer o a gestão do
risco score, né, quais são os riscos
daquelas vulnerabilidades que ele
encontrou. Beleza? Temos aqui também o
relatório completo, pode verificar as
dependências, né, que esteja rodando
ali. Olha aqui, galera, ó. Ele fez a
detecção de versionamento, ó, do
Facebook, ó, na porta 80 que tá rodando,
né? Ele trouxe aqui um um fingerprinting
para nós, beleza?
que ele esteja rodando aqui, ele vai
executar o NSA script, né, para ver se
foi Facebook que ele contém ali alguma
vulnerabilidade, né? Por exemplo, ele
tá, ele detectou dois serviços, né, que
tá na porta 80 e na porta 443 rodando
ali, né, que o Facebook é algo bem
protegido, belezau, galera? A gente tá
fazendo aqui só para realmente teste,
né? Não tá testando o Facebook, pessoal,
porque o Facebook ele tem um programa de
bugun também, então eles podem testar,
né, o domínio principal deles, beleza?
Não tem problema nenhum. Olha aqui, ele
tá começando a detectar detectar algumas
coisas, ó,
entendeu? Que são executados. Beleza?
Aqui ele fez a detecção, né?
Aqui, aqui deu um erro, pessoal. Esse
erro aqui eu ainda tenho que fazer a
correção dele, beleza?
Que ele tá dando aqui. Mas basicamente é
isso, pessoal, que ele faz o
reconhecimento. A gente voltar aqui de
novo pra ferramenta, ó.
Vocês
podem ver aqui, ó, ele trouxe, ele
trouxe, né, basicamente os serviços, né,
que estão rodando. Ele trouxe que bora
ver que ele trouxe aqui, ele descobriu o
host, né, ele descobriu as portas que
estão rodando, descobriu os ele detectou
basicamente os versionamentos, né, que
estão rodando ali também. Beleza?
Ele fez, galera, a detecção
eh de informações extremamente
interessantes que a gente pode levar ali
a nossa descoberta, né? A gente pode
colocar o dashboard de hacker também, o
relatório completo, a gente pode fazer
scan individual, entendeu galera? Que é
algo extremamente interessante,
entendeu? Então essa pipeline completa
de reconhecimento é o que mais recomendo
vocês a utilizarem, né, quando vocês
forem aí a fazer seu CTF, né, ou até
programa de bugunt, né,
até para que esse esse reconhecimento,
né, galera, utilizando ali o metit, ele
seja extremamente fácil e também
automatizado, certo? Porque é uma é algo
muito manual, né? Às vezes tem skan que
demora ali realmente de uma forma muito
mas muito manual que não é interessante
a gente levar ali tanto tempo, beleza?
Enquanto a gente poderia tá usando nosso
pensamento crulnerabilidades,
né? Enquanto o skin ele tá rodando aqui.
Beleza? Então galera, basicamente é
isso. Espero que vocês tenham gostado do
vídeo. Se inscreva no canal
para que eu poste mais conteúdos como
este, beleza? E galera, estamos chegando
aí a mais de 1300 inscritos, beleza?
Estamos aí com 1220, 1226, se eu não me
engano. E realmente estou muito feliz,
pois não esperava chegar a tal
a tal número de inscritos, né? Mas é
isso, pessoal. O canal está crescendo
por causa de vocês, beleza? Deixem aqui
nos comentários ideias de vídeo, né,
para que eu possa trazer aqui no canal.
Então é isso, pessoal. Espero que vocês
tenham gostado. Se inscrevam no canal,
deixem o like e até a próxima. M.